Um encontro por mês.
Data fechada com antecedência, para caber na sua agenda de verdade.
Próximo encontro: Sábado 26 de Setembro a partir das 18:00

Repertório
Você já reparou que as pessoas mais interessantes de uma sala não são as que sabem mais sobre o próprio setor?
São as que conseguem puxar uma referência de outro lugar. Que comparam a negociação de ontem com uma cena de filme. Que entendem o sócio difícil porque já entenderam um personagem parecido. Que têm de onde tirar analogia, argumento, imagem.
Isso é repertório. E repertório não é enfeite. É a matéria-prima de tudo que a gente faz: vender, negociar, liderar, contratar, demitir, precificar, se posicionar.
O problema é que a maioria de nós parou de alimentar isso. Trocamos leitura por resumo, filme por scroll, conversa por reunião. Consumimos só conteúdo do nosso próprio nicho, dito do mesmo jeito, por gente que pensa igual.
O Scriptorium existe para reverter isso.
Um clube fechado de mulheres de negócios que se encontra uma vez por mês para discutir um livro e um filme, e transformar aquilo em repertório aplicável.
É uma mesa posta, com no máximo doze mulheres, onde se bebe vinho, se come bem e se conversa sobre uma obra até ela virar outra coisa: uma ideia de negócio, uma decisão que estava travada, uma forma nova de olhar para o próprio trabalho.
A regra é uma só: ninguém sai da mesa do jeito que chegou.

No mundo antigo, o scriptorium era a sala do mosteiro onde os livros eram copiados à mão, um a um, para não se perderem. Era ali que o conhecimento sobrevivia enquanto o mundo lá fora desabava.
Escolhi esse nome porque é exatamente isso que acho que precisamos fazer agora. Guardar o que importa. Ler com atenção num tempo que não deixa. Copiar a bom repertório para dentro da nossa própria cabeça.
E porque as melhores conversas da história aconteceram exatamente assim: um grupo pequeno, uma mesa, comida, vinho e alguém disposta a discordar.
Guardar o que importa.
Data fechada com antecedência, para caber na sua agenda de verdade.
Escolhidos com curadoria. Começamos pelos grandes livros de negócios, os que você sabe que precisa ler e nunca leu, e pelos filmes que ensinam sobre poder, dinheiro, ambição e decisão. Com o tempo o repertório se abre para biografia, história, ensaio e ficção, porque negócio é sobre gente, e ficção é o melhor treinamento em gente que já inventaram.
Não é roda livre onde cada uma fala do que quiser. Tem condução, tem provocação, tem pergunta difícil. Você vai ser desafiada a aplicar aquilo ao seu negócio ali, na hora, em voz alta.
Não como brinde. Como parte do método. Ninguém pensa bem com fome nem fala a verdade com pressa.
Não é escassez fabricada. É o número que cabe na minha mesa.
Poderia ser num hotel. Num salão de eventos. Numa sala de coworking com garrafa térmica no canto.
Não vai ser.
Vai ser na minha casa, com a minha mesa, a minha louça e a comida servida na hora. Porque tem uma coisa que acontece quando alguém abre a casa que simplesmente não acontece em espaço alugado.
Em salão de eventos, você chega com crachá e uma versão profissional de si mesma. Fica de pé, circula, troca cartão, diz o que faz, ouve o que a outra faz, e vai embora com contatos e nenhuma amiga.
Em casa, você senta. Tira o sapato se quiser. Repete o prato. Fala do que está dando errado, não só do que está dando certo. E é aí, e só aí, que nasce a conversa que muda alguma coisa.
Eu não quero construir uma plateia. Quero construir uma mesa.
Mulheres que tocam negócios, lideram times ou constroem carreira com ambição de verdade.
Empresárias, sócias, executivas, fundadoras, profissionais liberais. O setor não importa. A diversidade de setores, aliás, é parte da graça: a melhor ideia para o seu negócio quase sempre vem de alguém que não trabalha com o que você trabalha.
O que importa é isto: você gosta de ler, gosta de conversar, gosta de discordar com elegância e está cansada de encontro de mulher que é só foto e frase motivacional.
Não é para quem quer prospectar. Se o seu plano é sair de lá com uma lista de leads, este não é o lugar.
Não é para quem não vai ler nem assistir. A conversa depende de todo mundo ter feito a lição.
Não é para quem só quer ouvir. Aqui todo mundo fala.
que você vai usar na segunda-feira, sem perceber que veio dali.
de mulheres que passam a conhecer o seu negócio de verdade, e não pela sua bio.
de cada edição, com as anotações da mesa.
Que é a coisa mais subestimada e mais rara na vida de mulher que trabalha muito.
Sobre nós
Ana Paula Perci e Fabrizia Rossetti Fundadoras da NexIA Lab, empresa de inteligência artificial.
Construímos uma empresa de tecnologia do zero.
O Scriptorium é a mesa que a gente queria ter tido antes. Agora ela existe, e é na nossa casa.
As vagas são limitadas pelo tamanho da mesa. A entrada é por candidatura, e cada candidatura é lida por mim.
Não é para criar mistério. É porque a qualidade da conversa depende inteiramente de quem está sentada nela.
Precisa. É o combinado que faz o encontro funcionar. Você recebe a indicação com antecedência confortável.
Melhor ainda. As melhores conversas da mesa saíram de discordância.
No começo, sim. A base do clube são os grandes livros de negócios, lidos com calma e discutidos a fundo. Conforme o grupo amadurece, a curadoria se abre para biografia, história, ensaio e ficção, sempre com a mesma pergunta na mesa: o que isso muda no que eu faço.
Pode indicar. Ela passa pela mesma candidatura, e a vaga depende de ter lugar na mesa.
O endereço é enviado às confirmadas. É na minha casa, e isso fica entre nós.
Cancelamentos são aceitos até 72 horas antes do encontro.
Não é rigidez por rigidez. É porque cada encontro é planejado para um número exato de mulheres. A compra é feita, a comida é preparada, os vinhos são escolhidos e a mesa é posta contando com você. E porque cada lugar que fica vazio é o lugar de outra mulher que queria estar ali e não pôde entrar.